Categoria CEBDS

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  • Sustentável 2013: Do Visão 2050 à Ação 2020

    Congresso Internacional Sustentável 2013 com foco na agenda de ações até 2020 para um Brasil sustentável em 2050

  • Relatos Integrados: mudança de paradigma

    Projeto do WBCSD tem como objetivo mudar o patamar de transparência e sustentabilidade corporativa mundial e tem apoio do CEBDS

  • As empresas e o desafio da sustentabilidade

    Em entrevista ao Globo Amanhã, Peter Bakker, presidente do WBCSD,  fala sobre a importância  de integrar a sustentabilidade nas estratégias de negócios das empresas

  • CEBDS lança e-Book do documento Visão Brasil 2050

    CEBDS lança e-Book do documento Visão Brasil 2050 - uma nova agenda de negócios para o país. Esta é a primeira publicação do Conselho neste formato. Confira!

  • Business and Sustainability Programme - Brasil

    CEBDS e Universidade de Cambridge oferecem o curso Cambridge Programme for Sustainability Leadership para líderes do setor empresarial e do terceiro setor

  • Projetos do CEBDS ganham visibilidade em evento na Suíça

    Iniciativas do setor empresarial brasileiro nos temas Energia e Eletricidade e Adaptação foram apresentados em evento do WBCSD, em Montreux 

  • CEBDS lança estudo sobre adaptação às mudanças climáticas

    ‘Estudo Sobre Adaptação e Vulnerabilidade à Varibilidade Climática: casos do setor elétrico brasileiro’ representa um esforço do setor empresarial para aprofundar a compreensão sobre o tema

  • Parceria Empresarial pelos Serviços Ecossistêmicos tem seu último workshop

    Oito empresas participaram da última oficina de capacitação e mostraram seus avanços no desenvolvimento da ferramenta que mede o impacto e a dependência da atividade produtiva sobre os serviços ecossistêmicos

  • Pegada hídrica entra na agenda das companhias

    Em matéria especial sobre o Dia Mundial da Água, Valor Econômico mostra um panorama sobre como as empresas estão gerenciando esse recurso

  • Universidade de Columbia lança centro de estudos no Rio de Janeiro
  • Bem-estar deve ser a tônica do capitalista

    Em artigo publicado na revista O Globo Amanhã, Marina Grossi, presidente do CEBDS, fala sobre mensuração de bem-estar

  • Nove empresas participam da 2.ª edição do Programa Gestão de Carbono na Cadeia de Valor

    As emissões de fontes não controladas – em geral, a cadeia de fornecedores – corresponderam, em 2011, a 88% do total das emissões de Gases de Efeito Estufa das companhias que relatam seus inventários, de acordo com dados do Registro Público de Emissões do Brasil.

    Esse dado foi ponto de partida para a implementação, em 2012, do Programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, projeto-piloto do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

    Agora em 2013, na 2ª edição do trabalho, o projeto dobrou de tamanho. São nove empresas participantes - Banco do Brasil, Braskem, Cemig, Coca-Cola, Ipiranga, Itaú, Schneider Electric, Vale e Votorantim – e a expectativa é capacitar 100 fornecedores.

     “Por mais que uma empresa invista em eficiência energética ou outros métodos de mitigação de suas emissões, o resultado pode não ter grande impacto na pegada de carbono de seus produtos e serviços em função da considerável proporção de emissões de carbono gerada pela cadeia de fornecedores”, explicou Raquel Souza, coordenadora da Câmara Temática de Energia e Mudanças Climáticas do CEBDS (CTClima).

    Edição 2012

    Na primeira edição, o programa capacitou 32 fornecedores das empresas Vale, Votorantim, Banco do Brasil e Itaú. Desses, 22 apresentaram seus inventários total ou parcialmente, o equivalente a aproximadamente 70% dos fornecedores.

    Inicialmente, 244 fornecedores das empresas participantes foram contatados, tendo 50 deles (dentre os mais importantes e que fossem comuns a mais de uma empresa) sido selecionados para participar dos workshops de sensibilização e capacitação.

    Dessas 244 empresas, apenas oito já realizavam algum tipo de levantamento de emissões de GEE.

    Mais de 80% dos fornecedores que participaram do workshop não realizavam previamente quaisquer tipos de inventários de emissão antes do projeto e, desses, cerca de 60% justificam a não realização pela falta de necessidade ou de interesse, seja pelo tipo de negócios que realizam ou pelo baixo grau de emissões; pelas dificuldades técnicas inerentes ao processo; e pelo custo atrelado.

    Depois dos workshops, quatro entre cinco fornecedores se manifestaram dispostos em realizar o primeiro inventário (ou um novo).

    Clique aqui para conhecer a publicação da primeira edição.

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