Categoria Clima

  • Reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas acontece na Coppe UFRJ

    No ultimo dia 12, representantes do CEBDS, CNI, Instituto Ethos, Coppe UFRJ, governos estaduais e setor privado participaram da Reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas para discutir a realização dos Diálogos Setoriais que vão incorporar as propostas da sociedade civil para atualização do Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que entrará  em consulta pública em agosto.

    O Plano Nacional de Mudanças Climáticas, elaborado em 2008, será revisado este ano, como está previsto na legislação. O novo documento deve ser finalizado em outubro e apresentado na COP 19, em novembro, na Polônia. Essa revisão tem como objetivo incorporar os avanços obtidos no tema nos últimos anos, registrados nas políticas estaduais, nos planos setoriais e no plano de controle de desmatamento, por exemplo, além de abranger uma estratégia de adaptação e não apenas de mitigação.

    Durante a discussão, alguns pontos sobre este debate foram ressaltados.  A necessidade de atualização do Inventário Nacional de  Mudanças Climáticas foi um deles, pois os dados são de 2005. Outro quesito abordado foi a incorporação do setor financeiro nas discussões, dada a importância da existência de instrumentos financeiros adequados para promover mudanças necessárias. As políticas setoriais têm impactos nos bancos e o objetivo não é incluir restrições ao acesso ao crédito, mas participar das discussões.

    Outra mudança discutida foi a inclusão de indicadores e medidas bem definidos, além de permitir o processo de monitoramento. O Plano de 2008 teve sua importância para a definição da Política Nacional de Mudanças Climáticas, mas teve apenas um caráter descritivo – sem mensurar os resultados já alcançados.

    O CEBDS, que tem assento no Fórum, foi representado pela presidente-executiva, Marina Grossi, que além de se colocar à disposição para contribuir para o debate, convidou o grupo técnico do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas a participar do projeto de implementação do Visão Brasil 2050, no pilar de Energia e Eletricidade, fortalecendo o canal de diálogo entre as duas instituições.

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  • Nove empresas participam da 2.ª edição do Programa Gestão de Carbono na Cadeia de Valor

    As emissões de fontes não controladas – em geral, a cadeia de fornecedores – corresponderam, em 2011, a 88% do total das emissões de Gases de Efeito Estufa das companhias que relatam seus inventários, de acordo com dados do Registro Público de Emissões do Brasil.

    Esse dado foi ponto de partida para a implementação, em 2012, do Programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, projeto-piloto do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

    Agora em 2013, na 2ª edição do trabalho, o projeto dobrou de tamanho. São nove empresas participantes - Banco do Brasil, Braskem, Cemig, Coca-Cola, Ipiranga, Itaú, Schneider Electric, Vale e Votorantim – e a expectativa é capacitar 100 fornecedores.

     “Por mais que uma empresa invista em eficiência energética ou outros métodos de mitigação de suas emissões, o resultado pode não ter grande impacto na pegada de carbono de seus produtos e serviços em função da considerável proporção de emissões de carbono gerada pela cadeia de fornecedores”, explicou Raquel Souza, coordenadora da Câmara Temática de Energia e Mudanças Climáticas do CEBDS (CTClima).

    Edição 2012

    Na primeira edição, o programa capacitou 32 fornecedores das empresas Vale, Votorantim, Banco do Brasil e Itaú. Desses, 22 apresentaram seus inventários total ou parcialmente, o equivalente a aproximadamente 70% dos fornecedores.

    Inicialmente, 244 fornecedores das empresas participantes foram contatados, tendo 50 deles (dentre os mais importantes e que fossem comuns a mais de uma empresa) sido selecionados para participar dos workshops de sensibilização e capacitação.

    Dessas 244 empresas, apenas oito já realizavam algum tipo de levantamento de emissões de GEE.

    Mais de 80% dos fornecedores que participaram do workshop não realizavam previamente quaisquer tipos de inventários de emissão antes do projeto e, desses, cerca de 60% justificam a não realização pela falta de necessidade ou de interesse, seja pelo tipo de negócios que realizam ou pelo baixo grau de emissões; pelas dificuldades técnicas inerentes ao processo; e pelo custo atrelado.

    Depois dos workshops, quatro entre cinco fornecedores se manifestaram dispostos em realizar o primeiro inventário (ou um novo).

    Clique aqui para conhecer a publicação da primeira edição.

  • CEBDS lança publicação sobre Gestão de Carbono na cadeia de fornecedores na COP 18
  • Confira a cobertura do Blog do CEBDS na COP-18

    Blog do CEBDS: Acompanhe a Conferência da ONU sobre Clima (COP-18), que acontece em Doha, no Qatar

  • Prêmio Época Empresa Verde

    Na segunda edição da premiação, das 20 empresas com melhores práticas ambientais no país, selecionadas pela revista em parceria com a PwC, 15 são associadas ao CEBDS

     

  • Clima preocupa empresas

    Levantamento feito pelo Carbon Disclosure Project (CDP) e pela PwC revelou que 37% das grandes empresas mundiais reconhecem os riscos representados pelas mudanças climáticas

  • Menor emissão de CO2 ganha Selo de Ouro

    Holding do Grupo Camargo Corrêa na área de cimento se torna referência na área ambiental e recebe Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol pelo seu inventário de gases de efeito estufa

  • Ferro contra mudanças climáticas

    Geoengenharia cultiva plâncton no Atlântico para aumentar absorção de CO2. A teoria ressuscitou na edição desta semana da revista "Nature", com a divulgação de novos resultados obtidos próximos à Antártica

  • Investimentos em geração solar quadruplicam

    Incentivos concedidos pela Agência Nacional de Energia (Aneel), além da queda de 70% nos preços dos painéis ao longo dos últimos anos, viabilizam o investimento em novos projetos

  • Clima

    Clima

  • Boas Práticas: Energia e Mudança do Clima

    Confiras as boas práticas relacionadas à Energia e Mudança no Clima.

  • Boas Práticas

    Conheça cases de iniciativas voluntárias e estabelecidas pela lei realizadas por associadas ao CEBDS.

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