publicado em 01/06/2011

Finanças

As instituições financeiras têm papel fundamental na construção do desenvolvimento sustentável.

No início dos anos 80, os bancos se limitavam a exigir a licença ambiental do empreendedor, para cumprir a determinação da lei da co-responsabilidade. O empreendedor apresentava a licença e estava tudo resolvido. Os tempos mudaram. Hoje, sabemos que apenas a licença não é o suficiente. Uma licença fraudada ou mal elaborada pode significar problemas no andamento do projeto com conseqüências imprevisíveis. E os bancos, seja pelo escopo legal, seja pelo escopo moral, vão ser afetados.

O setor financeiro do Brasil destaca-se como um dos mais avançados no mundo no contexto da sustentabilidade, assumindo, de forma crescente e definitiva, uma posição pró-ativa na análise dos projetos de financiamento. Isso explica por que nosso país, comparado a outras nações emergentes, tem a maior representação entre as instituições que aderiram ao documento global “Princípios do Equador”.

Lançada oficialmente em meados de 2005, a Câmara Temática de Finanças Sustentáveis é formada por grandes grupos do mercado financeiro do país e já consolidou sua posição como fonte indutora de um novo modelo de desenvolvimento.

Missão:

Contribuir para que as instituições financeiras a assumam seu papel na promoção do desenvolvimento sustentável, fomentando a discussão de princípios e melhores práticas.

Objetivos:

  • Fornecer informação, direcionamento, produtos e ferramentas que auxiliem as instituições financeiras a identificarem oportunidades na área de finanças sustentáveis, bem como a importância da participação do setor financeiro na adoção de práticas que estimulem o desenvolvimento sustentável.
  • Representar de maneira pró-ativa e qualificada a visão das instituições financeiras em assuntos relacionados à finanças sustentáveis, em debates e formulação de políticas públicas com governos e demais stakeholders.
  • Disseminar melhores práticas, demonstrando à sociedade em geral, de forma simples e compreensível, a contribuição das instituições financeiras na construção do desenvolvimento sustentável, assumindo sempre os princípios da ética e da transparência.
  • Estimular a sustentabilidade nas instituições associadas, por meio de projetos e parcerias na área de finanças sustentáveis, que gerem resultados concretos.

Representantes:

  • Presidente: Wagner de Siqueira Pinto (Banco do Brasil)
  • Vice-presidente: Carlos Nomoto (Santander)
  • Coordenadora: Fernanda Gimenes
Categorias: Finanças.
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